O Rio Grande do Norte terá aumento no número de vôos charters a partir de março. A operadora argentina Lozada Viagens confirmou mais quatro vôos charters para o Estado, com início em março, procedente de Córdoba, Argentina, com 160 passageiros cada. A diretoria da Lozada estará em Natal no próximo mês para uma reunião na Secretaria Estadual de Turismo (Setur), na qual definirá a freqüência do vôo sem interrupção.

“O trabalho promocional do Rio Grande do Norte tem apresentado excelente resultado, com grande procura pelo destino para o verão 2006/2007”, ressaltou Hugo Mercau, um dos diretores da operadora. Para Juan Lozada, outro diretor que estará presente à reunião na Setur, o bom trabalho de divulgação turística do Estado fez com que “outros destinos já trabalhados anteriormente pela operadora, ficassem agora, em segundo plano.”

Com os quatro vôos charters vindos de Córdoba, sobem para 28 o número de vôos internacionais para o Rio Grande do Norte este ano, dos quais 18 são vôos charters semanais e seis são vôos regulares procedentes de Lisboa, Portugal, operacionalizados pela TAP. Até 2002 eram apenas cinco vôos charters internacionais da Europa com destino a Natal procedentes de Milão, Estocolmo, Lisboa, Noruega e Londres.

O aumento no número de vôos internacionais para o Estado se reflete em outros segmentos, como a expansão imobiliária, geração de emprego e incremento da receita. Graças a novos investimentos, existem, hoje, no Estado 97 novos hotéis, que garantirão mais 31.340 leitos, e 20 campos de golfe. Para os próximos dois anos, presume-se investimentos da ordem de R$ 480 milhões.

O número de empregos diretos gerados com o incremento no turismo subiu de 48.939 em 2002 para 120 mil em 2006. Ainda em 2002, o Rio Grande do Norte recebeu 1.276. 769 turistas. Ao fim de 2006, haviam passado pelo Estado 2.224.809 visitantes.

Outro salto se verifica na receita. Em 2002, os turistas geraram divisa da ordem de 216 milhões de dólares para o Estado. Em 2006, os números quase triplicaram: 573 milhões de dólares, elevação que está relacionada ao aumento no tempo de permanência dos turistas, sobretudo, na capital potiguar. Em 2002, eles passavam, em média, oito dias. Em 2005, o tempo de permanência subiu para 12 dias. Já o número de leitos saltou de 25 mil em 2000 para 42. 306 em 2005.


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