O Brasil recebeu 4.793.703 milhões de visitantes estrangeiros em 2004,
um volume 15,99% maior do que no ano anterior, quando foi registrada a
vinda de 4.132.847 milhões de turistas. Portugal confirmou o
crescimento consistente na participação entre os principais emissores e
já é o terceiro mercado para o Brasil. A Alemanha, que vinha ocupando
essa colocação, mesmo com expansão no fluxo, desceu na tabela e agora
aparece em quinto lugar. Em termos relativos, Angola, Grécia, China e
Noruega tiveram os maiores crescimentos ante 2003, com taxas acima de
50%. E a força do mercado chinês contribuiu também para o desempenho
por regiões: em conjunto, foram os países asiáticos que apresentaram a
maior alta no número de turistas enviados, na ordem de 24,23%.
Estas são algumas das conclusões que podem ser feitas da versão
preliminar do Anuário Estatístico 2005 da EMBRATUR (Instituto
Brasileiro de Turismo), publicação que identifica os principais
emissores de turistas ao País por meses do ano, por Estados da
Federação que figuram como maiores portões de entrada, e por meios de
chegada (via aérea, terrestre, fluvial). Ela mostra ainda dados sobre o
turismo interno e da atividade em nível mundial, em geral. Essa versão
já está disponível para consulta na internet através do link dados e
fatos. Até o final do mês serão disponibilizados os dados completos, na
versão impressa e em CD-Rom, além da possibilidade de download da rede.
A grande novidade para este ano, entretanto, será uma ferramenta que
possibilitará o cruzamento de dados e a geração de relatórios
personalizados, facilitando bastante a busca por informações
específicas. As principais fontes para o levantamento são a Polícia
Federal,o BC (Banco Central), o DAC (Departamento de Aviação Civil) e a
Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária), entre
outras.
Ranking - Nossos vizinhos argentinos, em recuperação desde a crise
econômica de 2001, continuam, como tradicionalmente estiveram, à frente
da lista dos principais visitantes. Foram 922.484 em 2004, uma alta de
17,28% sobre os 786.568 do ano anterior.
Nossos vizinhos argentinos, em recuperação desde a crise econômica de
2001, continuam, como tradicionalmente estiveram, à frente da lista dos
principais visitantes. Foram 922.484 em 2004, uma alta de 17,28% sobre
os 786.568 do ano anterior.
A seguir vêm os norte-americanos, que já ocupam a segunda colocação há
pelo menos quatro anos. Foram 705.997 visitantes no ano passado, um
crescimento de 5,58% sobre o volume de 2003 (668.668).
A novidade aparece na terceira posição. Os turistas portugueses estão,
de fato, redescobrindo o País nos últimos anos. Em oitavo lugar em
2001, quinto em 2002 e 2003 (229.594 visitantes) para finalmente
chegarem ao terceiro posto no ano passado (336.988), num salto
expressivo de 46,78% no volume do fluxo. Os portugueses, na realidade,
"trocaram" de posição com os alemães, que caíram da terceira para
quinta posição, apesar do crescimento de 4,01% na vinda de turistas
(com um total de 294.989 visitantes). Os uruguaios, mesmo com um
aumento de fluxo de 14,61%, continuam na quarta colocação (309.732
visitantes em 2004), posto que mantêm há dois anos.
Outro país que aparece na lista dos 20 maiores mercados (12ª posição) e
que atingiu uma marca considerável foi a Holanda. Em 2004 foram 102.480
turistas enviados ao Brasil. O número é 64,41% superior ao registrado
em 2002 (62.331).
Crescimento relativo - Na comparação dos totais de visitantes de 2003
para 2004, a Angola foi o país emissor de maior expansão no fluxo para
o Brasil: 54,56% (de 8.850 pessoas para 13.679). A seguir aparece a
Grécia, com ampliação de volume de 52,62% (de 7.013 para 10.703
visitantes).
Na comparação dos totais de visitantes de 2003 para 2004, a Angola foi
o país emissor de maior expansão no fluxo para o Brasil: 54,56% (de
8.850 pessoas para 13.679). A seguir aparece a Grécia, com ampliação de
volume de 52,62% (de 7.013 para 10.703 visitantes).
Destaque também para a China, com 52,62% de alta (de 10.714 para 16.305
visitantes), o que vai ao encontro de uma grande expectativa do turismo
receptivo nacional. Recentemente o Brasil selou acordo com o país
asiático para tornar-se Destino Turístico Aprovado - ou ADS, Approved
Destination Status -, o que facilita os trâmites para a concessão de
vistos de saída para grupos daquela nação e deve aumentar sensivelmente
o fluxo para cá.
Outros crescimentos significativos além do já citado Portugal (46,78%),
foram da Noruega (50,73%), do Peru (45,44%), da Costa Rica (40,44%) e
da Suécia (40,35%)
Blocos - Na análise por regiões, em termos absolutos, a Europa
tornou-se a maior emissora de turistas para o Brasil em 2004: 1.834.164
pessoas (uma variação positiva de 20,46% ante o total de 2003 de
1.522.694 visitantes). Os países da América do Sul vêm pouco atrás, com
1.829.013 visitantes (alta de 15,77% sobre os 1.579.889 do ano
anterior). Na seqüência aparece a América do Norte, com 838.599
visitantes (acréscimo de 6,50% no fluxo de 787.407 em 2003).
Na análise por regiões, em termos absolutos, (uma variação positiva de
20,46% ante o total de 2003 de 1.522.694 visitantes). (alta de 15,77%
sobre os 1.579.889 do ano anterior). Na seqüência aparece a América do
Norte, com 838.599 visitantes (acréscimo de 6,50% no fluxo de 787.407
em 2003).
Apesar das muitas horas de viagem para chegar ao País, os asiáticos
vieram em quantidade 24,23% maior em 2004 do que 2003, com 132.633
turistas registrados. Completam a lista a África, com 64.678 visitantes
(alta de 23,22%), a América Central (35.830 pessoas, crescimento de
21,31%), Oriente Médio (32.159 visitantes, 21,54% de expansão; a e
região é separada da Ásia para fins de análise) e Oceania (22.972
visitantes, alta de 4,99%).
É sempre válido destacar que no ano de 2004 a OMT (Organização Mundial
de Turismo) apontou um crescimento de 10% no fluxo turístico em todo o
planeta. A taxa brasileira de 15,99% mostra, portanto, não só
crescimento da indústria no País, mas também o ganho de mercado perante
a concorrência. Quanto às receitas da atividade, o Brasil obteve US$
3,9 bi em 2004, alta de 15,56% sobre o ano anterior. Neste ano de 2005
a diretoria de Estudos e Pesquisas da EMBRATUR estima, mais uma vez, um
ótimo desempenho e o estabelecimento de um novo recorde na chegada de
turistas estrangeiros: 5,5 milhões, o que representaria um crescimento
acima de 16% sobre os números agora divulgados oficialmente.
Também em breve a EMBRATUR vai divulgar o Estudo da Demanda Turística
Internacional, análise que traz dados detalhados sobre os hábitos de
viagens dos visitantes dos principais mercados emissores de turistas
para o Brasil, bem como a relação das cidades mais visitadas. O estudo
trará informações mais amplas em termos dos mercados pesquisados em
relação à versão anterior. E também mais representativas em virtude da
expansão da base amostral, que supera os 36 mil visitantes
entrevistados. O estudo é feito em parceria do Instituto com a FIPE
(Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).
quando foi registrada a vinda de 4.132.847 milhões de turistas. A
Alemanha, que vinha ocupando essa colocação, mesmo com expansão no
fluxo, desceu na tabela e agora aparece em quinto lugar. Em termos
relativos, E a força do mercado chinês contribuiu também para o
desempenho por regiões: em conjunto, foram os países asiáticos que
apresentaram a maior alta no número de turistas enviados, na ordem de
24,23%. Nossos vizinhos argentinos, em recuperação desde a crise
econômica de 2001, continuam, como tradicionalmente estiveram, à frente
da lista dos principais visitantes. Foram 922.484 em 2004, uma alta de
17,28% sobre os 786.568 do ano anterior. Na comparação dos totais de
visitantes de 2003 para 2004, a Angola foi o país emissor de maior
expansão no fluxo para o Brasil: 54,56% (de 8.850 pessoas para 13.679).
A seguir aparece a Grécia, com ampliação de volume de 52,62% (de 7.013
para 10.703 visitantes). Na análise por regiões, em termos absolutos,
(uma variação positiva de 20,46% ante o total de 2003 de 1.522.694
visitantes). (alta de 15,77% sobre os 1.579.889 do ano anterior). Na
seqüência aparece a América do Norte, com 838.599 visitantes (acréscimo
de 6,50% no fluxo de 787.407 em 2003).
Fonte: Embratur




