Nos próximos dias, o Rio Grande do Norte já terá à disposição a parte que lhe cabe do convênio assinado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), durante o encerramento da 10ª edição do Fórum dos Governadores do Nordeste. O crédito no valor de R$ 167,1 milhões será destinado a obras de infraestrutura em diversas vertentes.

"Vamos investir esses recursos no agronegócio, em geração de emprego, renda, trabalho e especialmente em obras de estradas e de saneamento para Natal e todo o Estado. Estamos duplicando a área saneada, inclusive com mecanismos de tratamento", afirmou a governadora Wilma de Faria.

No total o convênio é de R$ 2,1 bilhões para os nove estados nordestinos para ser repartido de acordo com a participação de cada estado no Fundo de Participação dos Estados (FPE). Os recursos fazem parte do Programa Emergencial de Financiamento, criado para viabilizar despesas dos governos em função da queda de arrecadação. Em todo o país, o volume de crédito liberado será de R$ 4 bilhões.

"Sabemos que o volume de recursos liberado ainda é pequeno diante do potencial da região, que concentra 30% da população brasileira. Os governadores do Nordeste têm papel estratégico na promoção das potencialidades produtivas e inovativas em toda a sua diversidade, com especial atenção às áreas marginalizadas", observou Coutinho.

BNDES vai liberar crédito de R$ 167,1 milhões para RN investir em projetos de desenvolvimento

Os estados nordestinos terão R$ 2,1 bilhões para estimular o desenvolvimento da região neste período de crise. Os recursos, anunciados nesta sexta-feira (8) pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, no Fórum de Governadores do Nordeste, em Natal, fazem parte do Programa Emergencial de Financiamento, criado para viabilizar despesas dos governos estaduais em função da queda de arrecadação. O Rio Grande do Norte terá direito a R$ 167,1 milhões. Os recursos foram repartidos de acordo com a participação de cada estado no Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Em todo o país, o volume de crédito emergencial liberado pelo BNDES será de R$ 4 bilhões, sendo pouco mais da metade para os estados do Nordeste. Os recursos serão utilizados pelos governos estaduais para a manutenção de investimentos previstos nos seus planos plurianuais e nas leis orçamentárias. O programa foi criado para compensar a diminuição de arrecadação verificadas nos estados e no Distrito Federal, em especial aquela derivada do Fundo de Participação dos Estados (FPE). As operações poderão ser contratadas até 31 de dezembro deste ano, com taxa de juros de anual de 3%.

Coutinho admitiu que, embora a crise tenha chegado ao "fundo do poço", o Brasil ainda enfrentará algumas dificuldades nos próximos meses. "Precisaremos ter muita criatividade para buscar novos projetos e acelerar os projetos importantes de infraestrutura em andamento no país", destacou o presidente do BNDES. Segundo ele, o banco destinou 18 bilhões para o financiamento de projetos de desenvolvimento em estados nordestinos, entre 2007 e março deste ano, volume que vai chegar a R$ 20 bilhões com a liberação do crédito emergencial.

"Sabemos que o volume de recursos liberado ainda é pequeno diante do potencial da região, que concentra 30% da população brasileira. Os governadores do Nordeste têm papel estratégico na promoção das potencialidades produtivas e inovativas em toda a sua diversidade, com especial atenção às áreas marginalizadas", observou Coutinho. De acordo com o presidente do BNDES, para liberação da linha de crédito emergencial basta apenas que os governadores assinem o documento solicitando o crédito, o que deve acontecer durante a realização do Fórum, em Natal.


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